sexta-feira, junho 29, 2007


Um novo dia, aceitá-lo como uma oportunidade de mudar, de transformar o que existe em nós e que sabemos que somos falhos. Aprendi com muitos tropessos e dores, e hoje para causar um pequeno acalanto a minha alma, como a construir algo concreto em direção do que realmente preciso.

Nos momentos de dor, provoco dor em quem mais amo, descobri que enquanto eu não tomar uma nova direção na busca firme por Deus, por mais que por um certo tempo tudo pareca estar no seu devido lugar, a fragilidade volta a tomar conta.

Acordei e lendo a bíblia a primeira palavra que me salta aos olhos e faz o coração bater mais forte diz: mude suas vestes. É de transformação que minha alma clama, e sede de Deus.


"Pois ele faz a ferida, e ele mesmo a liga; ele fere, e as suas mãos curam."
Jo 5:18

Como traduzir e compreender estas palavras, porque um Deus de amor permite dor, causa feridas? Capacidade de enxergar além de tudo que está nitido, crescer, amadurecer. Deus não permite feridas a não ser que haja nelas um propósito. A minha vida está agora em busca de um novo caminho, reclinar-me a Deus e perceber que só eu não sou nada.

"I feel your eyes looking my life
Where I go wherever I am
I listen your voice
It makes me happy and console
I feel the strenght of your love "
Your eyes - Oficina G3



quinta-feira, junho 28, 2007

Vulnerabilidade

Como tratar de razão e emoção, manter um equilibrio que a instabilidade não nos permite? Hoje certamente crie uma nova visão a respeito, é certo que as diferenças, os desafios e os conflitos sempre existirão, são eles que nos fazem movimentar e dar dinâmica a vida, porém também é certo que no momento que apresentamos dor, aflição e angústia a procura do equilibrio é incessante, a procura do alívio é comparada a razão das coisas ao seu redor. Confesso a fragilidade, admito erros, procuro paz de espírito, clamo Deus e vejo que a solução está diante de meus olhos mas não consigo enxergar.

quarta-feira, junho 13, 2007

Conflitos internos

Sempre ouvi dizer que os maiores vilões são nossos julgamentos internos, um ato sem pudor contra nós mesmo, por vezes me vejo nesta situação. Imaginar que consegui planejar inumeras coisas, e dentro de um planejamento que se preze também havia lá as possibilidades de a "ação" não dar certo, porém, talvés por um erro meu de personalidade acabo sendo muito otimista e não me preparando suficientemente caso as coisas não acontecam como o imaginado no perfeito planejamento, digo perfeito pelo fato de tornar quase nulo a possibilidade das coisas darem errado.

A vida ensina, e hoje torturosamente eu tento enfiar em minha cabeça que os fatores externos são amplamente mais complexos e perigosos do que eu gostaria que fossem. Uma atitude ingenua, se torna por vezes um grande fracaso, que péssimo isto não, queria mesmo não ter que realizar este feedback, mas aprendendo duramente com isso é melhor reconhecer que as coisas não acontecem como planejamos sempre.